Duas professoras do CEI Namir Alfredo Zattar, em Joinville, ajudaram a desengasgar uma menina de três anos que havia colocado um tomatinho-cereja na boca durante um passeio pelos espaços da unidade. Segundo os dados informados, a criança começou a se engasgar sem que o episódio fosse percebido inicialmente.
Ao notar a situação, a menina procurou Daniela Maihack e levou as mãos à garganta, sem conseguir falar. A professora iniciou as manobras de primeiros socorros e correu com a criança nos braços até a secretaria do CEI.
No local, Marilena Rodrigues Cardoso assumiu o atendimento e conseguiu desobstruir as vias respiratórias da menina. “Pareceu uma eternidade, mas foi muito rápido. A menina começou a chorar, deu tudo certo e foi uma grande alegria”, relatou Marilena, conforme o conteúdo informado.
Após o atendimento, a família levou a criança ao hospital. Ainda de acordo com o relato, a avaliação médica indicou que ela estava fora de perigo, e a menina continuou frequentando o CEI normalmente.
Marilena trabalha há mais de dez anos na unidade e afirmou que nunca havia enfrentado uma situação tão intensa. Ela atribuiu a preparação para o atendimento às qualificações incentivadas e exigidas pela Prefeitura.
“Mesmo com mais de uma década de trabalho no CEI, nunca tinha vivido algo tão intenso. Agradeço à Prefeitura por incentivar e exigir constantemente essas qualificações, pois são conhecimentos valiosos que levamos para a vida inteira, para usar no trabalho, em casa, ou em qualquer lugar”, disse a professora.
Homenagem
Daniela e Marilena foram apontadas como as primeiras servidoras do município a receber o Elogio Funcional, instrumento criado pela Prefeitura para reconhecer atuações de destaque com impacto positivo para a administração pública e para a comunidade.
A homenagem foi instituída durante a programação da Semana do Servidor e reconheceu a atuação das duas educadoras no atendimento à menina.
Daniela, que reencontra a criança diariamente no CEI, afirmou que saber que ela está bem é a maior recompensa pela experiência vivida.
“A vida dessa criança, ter a certeza de que conseguimos entregá-la segura para a família não tem preço, transcende a profissão. É muito gratificante receber esse reconhecimento”, declarou, conforme o material fornecido.
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